SOBRAS DO PASSADO

Restou o sangue do tempo entre os dedos Um velho relógio parado na parede E a porta trancada
Restaram os poemas mal escritos O quarto escuro ao meio dia E os olhos já tão vazios
Restou só a saudade de lugares desconhecidos As antigas paisagens roubadas da velha city E as taças vazias na sala de estar
Restaram os porta-retratos A chuva fina no asfalto E a troca de olhares na partida.
Escrito por Diego Navarro às 19h30
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|