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"Cartas No Asfalto"... One More!!!

 

A Ilusão dos Hábitos e Vícios:

 

 

Os hábitos e vícios ideais... A ilusão social dentro de seus próprios fundamentos inúteis, encarcerando a sensibilidade de cada ser dentro de seu cubículo particular. Não creio na dimensão exata do tempo tentando impor certas verdades mal contadas, mal consigo crer também, na visão deturpada dos fatos constantemente irônicos.

Torna-se cada vez mais difícil a interpretação fragmentada de cada instante. Às vezes é como uma pequena fagulha disfarçada de chama, tentando criar situações perturbadoras. Você mal distingue qualquer direção e as conclusões se tornam o elo fraco de seus miseráveis dias.

As substâncias são sempre as mesmas, apenas trocam de endereço e bolso... O destino final é sempre a mente.

E as pessoas? Apenas trocam de endereço e bolso... A única margem realmente concreta de toda essa alucinação.

 

 

 

[domingo, 02 de setembro, 2007]

 

Diego Navarro

 



Escrito por Diego Navarro às 17h07
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SÉRIE QUADRINHOS...
UM HQ DE CAIR O QUEIXO, E UM HÉROI PRA NÃO SE ESQUECER JAMAIS!!!!

 

V de Vingança (versão em português para V for Vendetta) é uma série de história em quadrinhos escrita por Alan Moore e em grande parte desenhada por David Lloyd. A história se passa em um distópico futuro de 1997 no Reino Unido, em que um misterioso anarquista tenta destruir o Estado, através de ações diretas.

Aqui vai a OBRA:
V de Vingança foi publicado originalmente entre 1982 e 1983 em preto e branco pela editora britânica Warrior, mas não chegou a ser finalizado. Em 1988, incentivados pela DC Comics, Moore e Lloyd retomaram a série e a concluíram com uma edição colorida. A série completa foi republicada nos EUA pelo selo Vertigo da DC e no Reino Unido pela Titan Books. No Brasil, foi publicada em 1989 em cinco edições em cores pela editora Globo e mais tarde pela Via Lettera, em dois volumes em preto e branco; em 2006 teve uma edição especial pela Panini, em volume único, colorido e com material extra.

O ENREDO da parada:
O enredo é situado num passado futurista (uma espécie de passado alternativo), numa realidade em que um partido de cunho Totalitário ascende ao poder após uma guerra nuclear. A semelhança com o regime Nazista e Stalinista é inevitável devido ao fato do governo ter o controle sobre a mídia, a existência de uma polícia secreta, campos de concentração para minorias raciais e sexuais, muito perto do que pensou Hannah Arendt no seu livro "Origens do totalitárismo" de 1951. Existe também um sistema de monitoramento feito por câmeras nos moldes de "1984", de George Orwell, escrito em 1948. (Na época, o CCTV ainda não existia tal como o é hoje na Inglaterra quando a obra foi escrita).

Apesar do sistema Totalitário ser definido por vários autores, como Hannah Arendt pensou. A história em quadrinho obra foi escrita num momento histórico que a Inglaterra, estava implementando o sistema Capitalista Neoliberal com a primeira ministra Margareth Thatcher. Ao mesmo tempo o "Socialismo Real" da extinta U.R.S.S. (atual Rússia), estava em total descredito devido aos horrores do Stalinismo.

O que abre a perspectiva que "V", (codi)nome do protagnista, ter uma postura Anarquista, pois como definiu tanto Enrico Malatesta no seu livro "Escritos revolucionários" e outros Anarquistas, como Mikhail Bakunin, Pierre Joseph Proudhon, Max Stirner, Emma Goldman, Piotr Kropotkin e Henry David Thoreau; o Estado é visto como limitador da Liberdade, sendo assim todo Estado passa a ser Totalitário.

A HISTÓRIA pra ninguem ficar perdido:
A história começa após o fim do conflito político, com os campos de concentração desativados e a população complacente com a situação, até que surge "V" — um Anarquista, que veste uma máscara de Guy Fawkes e é possuidor de uma vasta gama de habilidades e recursos. Ele então inicia uma elaborada e teatral campanha para derrubar o Estado ao lado de Evey, que perdeu os pais durante a guerra.

"V" trata Evey como uma aprendiz, sempre mostrando a ela resquícios de uma cultura perdida por causa da guerra.

[Fonte Wikipédia]

Links Para DOWNLOADS pra ninguem ficar na vontade:

parte 1
http://www.4shared.com/file/42995517/de5a3824/V_de_Vingana_do_1_ao_4.html
parte 2
http://www.4shared.com/file/42995508/57fe14f4/V_de_Vingana_do_5_ao_8.html
parte 3
http://www.4shared.com/file/42995506/b04639f3/V_de_Vingana_do_9_ao_12.html


 

Créditos ao Jean Do Studio 7 Copas que descolou os arquivos para serem disponibilizados para downloads, e ao Billy por toda a assessoria...

Até o Próximo!!!

 



Escrito por Diego Navarro às 15h45
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- Mais uma da série de textos do meu trampo chamado CARTAS NO ASFALTO... Eai vai mais um!!!

 

A Um Amigo Próximo:

 

 

Era um dia comum fadado a acabar, os ponteiros seguiam circulando como de costume, e eu mal sabia o que fazer com ele. Foi um dia que ventava, e o vento trazia consigo o frio e o desprezo a quem quisesse provar. Foi um dia assim... Longe do evangelho dos pobres santos, com pouca música, um dia sem causa e lágrimas de arrependimento.

Bastava sair e constatar o frio nos olhares, daqueles que seguem atordoados até suas camas quentes e pré-arrumadas... Em dias assim você quer mais sentar e ficar de espectador do cotidiano banal; enfim, dias assim vão e ventam. Como já li em velhas páginas por aí - “Não há muito mais a fazer neste mundo”.

 

 

 

[quinta, 30 de agosto, 2007]

 

Diego Navarro - Soundtrack - Just can't go to sleep (The Kinks)



Escrito por Diego Navarro às 16h22
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Aos Fragmentos de um Pássaro:

 

 

Quase preparado para o vôo do cotidiano, é preciso a sorte, pois, agora os dias são rasantes perigosos... Que às vezes nos colocam na condição de perdidos e atrapalhados, flutuando entre os ponteiros. Irreparáveis e imóveis instantes entre o céu e o solo úmido.

Neste fim de tarde extraordinário, que se deixa escorrer como luz entre as falsas asas. Tento pousar sobre galhos, feito pássaro miúdo, e descansar sem ser percebido, mas acabo atingido e ferido por pedras antes mesmo dos primeiros instantes... Você sempre se certifica que seus medos e anseios o encontraram, e tudo some com o vento que sopra nesses fins de tarde tão extraordinários, e acaba exatamente como o instante em que se preparava para o vôo no início do dia.

 

 

[Segunda, 29 de setembro, 2007]

 

De Diego.

Soundtrack - Som do dia que se foi

 



Escrito por Diego Navarro às 19h36
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Não me recordava do nome da fotografa, mais assistindo um filme chamado FUR: An Imaginary Portrait of Diane Arbus que veio parar em minhas mãos num acaso tremendo, de cara vi que se tratava da mesma fotógrafa que um amigo (Zé Araújo) comentava e postava imagens em seu blog HIT-ME, o filme e baseado no livro escrito por Patricia Bosworth, é um espantoso trabalho que traz uma visão íntima dessa mulher genial da fotografia contemporânea e sua vida convulsiva, fascinante, trágica; até seu suicídio, em 1971, aos 48 anos de idade. Livro que ainda - por pouco tempo - não tenho...

            

Na capa da edição do livro de Bosworth (Vintage/Random House) surge uma espantosa imagem assinada por Eva Rubinstein, outra fotógrafa, nascida em 1933. A imagem resulta de um mútuo desafio: Arbus exigia aos seus alunos que fotografassem alguém ou alguma coisa que nunca tivessem fotografado antes; Rubinstein pediu para fotografar a própria professora. Embora surpreendida, Arbus aceitou, apenas impondo que a sessão de retratos fosse num determinado dia, às oito horas da manhã. A camisola preta e as calças de pele preta eram uma indumentária normal em Arbus; em todo o caso, foi assim que ela apareceu a Rubinstein, colocando-se na sala, tendo como fundo um conjunto de fotografias dispostas de forma mais ou menso aleatória, algumas delas, segundo Rubinstein, de conteúdo explicitamente sexual — a imagem data de 1970 ou 71, poucos meses antes da morte de Diane Arbus.

Alguns dos famosos retratos de Arbus:

 

  

 

...



Escrito por Diego Navarro às 16h10
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Grafic's Poetry (Diego Navarro)



Escrito por Diego Navarro às 21h36
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Na falta de atualizações, vou apenas comentar acontecimentos que já se perderam... "Sobras do passado" Nesta semana que se passou aconteceu o LONDRIX 2007 Festival Literário de Londrina, onde tive a oportunidade de trabalhar com pessoas maravilhosas que eu dou a maior importancia, criar capas para dois dos lançamentos "LETRAS DEVASSAS" (CARLOS FRANCOVIG) e "TROPICORIENTAO" (NELSON CAPUCHO), e trampar no material gráfico, além de trocar algumas idéias com caras como: XICO SÁ, BOTIKA, ERICSON PIRES, TAVINHO PAES (MALUKASSO), DANIEL, ADEMIR ASSUNÇÃO  entre outros. Enfim, de um festival só se espera isso, tirando a moleza e sonolencia urbana do público londrinense.

E na sexta que passou correndo entre os dedos, após o show do maluco TAVINHO PAES na Vila cultural Cemitério de Automóveis, rolou o lançamento do meu primeiro livro "INVERSO APARENTE", livro com projeto gráfico meu e que contem poemas que venho escrevendo de uns três anos pra cá... E que agora se materializou nesta produção da ATRITO ART EDITORIAL.

(12x18) 

 interessados no livro; contato: diegotext@hotmail.com

link para download do e-book:

ttp://www.4shared.com/file/31122769/485ecfcb/INVERSO_APARENTE_-__DIEGO_NAVARRO_.html

 

até a próxima!!!!



Escrito por Diego Navarro às 21h30
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"Abre-se uma janela no tempo... Vai-se embora a pele marcada, e fica apenasas poucas palavras ditas na hora certa em momentos abandonados..." (Diego)



Escrito por Diego Navarro às 17h47
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Esperamos que amanhã pela manhã, na hora da visita médica, recordem isto, quando tratarem de conversar sem dicionário com esses homens sobre os quais - reconheçam - só tem a superioridade da forca.

 



Escrito por Diego Navarro às 00h14
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PROMESSA VIL


Na promessa vil das manhãs
Abro a boca e mostro os dentes para o dia
Interessado... Em ajustar o tempo
Com a certeza dada por esquecida

Louco por gritos & fracassos

Cantarolando “Candy Says”
Dando tropeços em pedras soltas
Interessado por dias marcados
Pra mais tarde passar a língua na lua

Louco por lamber esquinas por aí

A crença como culpa
Meu instinto falho como crença
Interessado... Em Orações gentis
Pouco importa os dias e o tempo

Louco por olhos & trapaças noturnas.

 



Escrito por Diego Navarro às 19h19
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MINIFESTO DA POESIA


No micro-instante dos códigos puros da verdade explicita
A arte mutante em qualidade nova, clara & obscura.
Escolha em pensamento e prosa...
Sintaxe de qualquer idioma...
Ensaios de conversas alheias, resolvidas com silêncio poético num vasto repertório de olhares;
Calçados na cadencia urbana & implícita das ruas abandonadas.
Lidas e relidas em páginas gastas e carcomidas
O verdadeiro luxo das idéias perdidas nos bolsos...
Ou pode-se dizer “Lixo” liberto das garrafas – A gaveta sempre repleta do mundo... Sempre andando em dias mudos & semi-embriagados.
Poesias cortantes; guerrilhas estreitas & pessoais
Céus de lua minguante...


23/07/2007



Escrito por Diego Navarro às 18h53
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A Converse criou o primeiro calçado para basquetebol, o original da América – o avô de todos os calçados atléticos que se seguiram. Em 1923, Chuck Taylor, um profissional All Star (daí o nome mais conhecido do calçado aqui no Brasil), trabalhou com a Converse para aprimorar seus calçados e seu jogo. Daí em diante, para o resto da vida, Chuck Taylor trabalhou como embaixador do basquetebol e da Converse, viajando por toda a América inspirando jovens, treinando em escolinhas e espalhando seu amor pelo basquete.

       Superado pelos tênis modernos de amortecimento e todo “caralho” que facilite a pratica de esportes... Hoje o nosso bom e velho All-Star-de-cada-dia, é também, uma marca de todo bom rocker que se preze... Pelo menos pra mim, também um companheiro de viagens indispensável (Prova logo abaixo).
Me diverte pensar que, em vários momentos penso comigo mesmo:
(...) nascido apenas pra virar avô de calçados esportivos!!! Este “Boot” nasceu mesmo para o Rock... (Rs).


Eu - All Star - Mochila - Pentax...
Final de 2005, praias de SC.

 



Escrito por Diego Navarro às 14h52
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“Gosto de muitas coisas ao mesmo tempo e me confundo inteiro e fico todo enrolado correndo de um destino falido para outro até desistir. Assim é à noite, e é o que ela faz com você, eu não tenho nada a oferecer a ninguém, a não ser minha própria confusão.” 

On The Road – Pág 132.  

Jack Kerouac 



Escrito por Diego Navarro às 17h44
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Les Fleurs du Mal

Um livro que não pode faltar na biblioteca particular de ninguém.
Difícil de abandonar este livro de poemas, livro que custou chegar em minhas mãos... Livro é algo difícil de emprestar e alguns títulos complicados de encontrar.

Um livro contendo toda dor e confusão humana em ritmo e prosa, mostrada por palavras e caminhos tortos de trevas e divindade, escondidos e muito bem amarrados, em belos versos dentro de um homem. Sentimentos imorais e sombrios linha a após linha... Um livro fora de série... (“Ducaralho”)

Um homem chamado Charles Baudelaire... Nascido 9 de abril de 1821 em Paris, na R. Hautefeuille, 13 (casa demolida; atual livraria Hachete, Boulev. St. Germain)

25 de junho de 1857 é a data da publicação do livro Les Fleurs du Mal... Obra que um mês depois teve a maioria dos exemplares apreendida pelas autoridades e meses após a publicação um julgamento que lhe rendeu uma multa de 300 francos e à destruição de vários poemas (“Poemas Condenados”)

E em 31 de agosto dez anos depois viria a morrer e nesse mesmo dia começam ser publicados os seus últimos poemas em prosa na Revue nationale. Dia 2 de setembro funeral do poeta, que é sepultado no cemitério Montparnasse.

E no mesmo ano de sua morte, no dia 4 de dezembro os direitos das obras do poeta são arrematados num leilão publico por Michel Lévy por 1750 francos.


Poema:

Ao leitor

Sempre tolice e erro, culpa e mesquinhez
Trabalham nosso corpo e ocupam nosso ser,
E aos remorsos gentis, nós damos de comer
Como o mendigo nutre a sua sordidez

Frouxo é o arrependimento e tenaz o pecado
Por nossas confissões muito é o que a alma reclama,
Voltando com prazer a um caminho de lama,
Crendo lavar as manchas com pranto amaldiçoado.

Junto ao berço do mal satã trismegisto,
A nossa alma a ninar tão longamente invade,
Do precioso metal desta nossa vontade
Este alquimista faz um vapor imprevisto

É o diabo que nos move através de cordéis!
O objeto repugnante é o que mais nos agrada;
E do inferno a descer sempre um degrau da escada,
Vamos à noite errar sentinas cruéis.

Tal como o libertino que beija e mastiga
O seio enrugado da velha vadia
Furtamos ao acaso uma oculta alegria
Que esprememos assim como laranja antiga.

Espesso, a formigar como um milhão de helmintos,
Ceva-se em nossa fronte um povo de avejões,
E quando respiramos, a morte nos pulmões
Desce, invisível rio e com sons indistintos.

E se o estupro, o veneno, o incêndio e a punhalada,
Não puderam bordar com seus curiosos planos
A trama banal vã dos destinos humanos,
É que nossa alma enfim não é bastante ousada.

No entanto entre lebréus, panteras e chacais,
Macacos e escorpiões, abutres e serpentes,
Os monstros a grunhir, ladrantes ou gementes,
Que são o nosso vício em infames currais.

Um existe mais feio e mais perverso e imundo!
Embora não se expanda em gestos ou em gritos,
De bom grado faria da terra só detritos
E num simples bocejo engoliria o mundo.

É o tédio – os olhos seus que a chorar sempre estão,
Fumando o seu cachimbo, sonha com o cadafalso.
Tu o conheces, por certo, o frágil monstro, ó falso
Hipócrita leitor, meu igual, meu irmão!

      



Escrito por Diego Navarro às 20h18
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SOBRAS DO PASSADO


Restou o sangue do tempo entre os dedos
Um velho relógio parado na parede
E a porta trancada

Restaram os poemas mal escritos
O quarto escuro ao meio dia
E os olhos já tão vazios

Restou só a saudade de lugares desconhecidos
As antigas paisagens roubadas da velha city
E as taças vazias na sala de estar

Restaram os porta-retratos
A chuva fina no asfalto
E a troca de olhares na partida.

 



Escrito por Diego Navarro às 19h30
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